É o mais clássico tipo de preconceito, o que todo mundo conhece, o que o mundo reconheceu que errou ao abolir a escravidão. Ou não.
Eu acho que eu não preciso discorrer aqui sobre como é ridículo você discriminar uma pessoa por causa da cor, seja ela branca, preta, amarela ou colorida, se é que me entendem. O que faz uma pessoa nobre não é a sua cor, mas sim o que ela é, algo que não se descobre com um olhar, nossos olhos não podem ver sob a pele. Não importa que se tenha passado mais de dois séculos desde que William Wilbeforce tenha conseguido abolir o tráfico negreiro na Inglaterra, e mais de um século que a lei áurea tenha sido assinada pela Princesa Isabel, a sociedade é escrota o suficiente para cultivar os seus males.
"Enquanto a cor da pele dos homens valer mais do que o brilho dos olhos, sempre haverá guerra."
– Bob Marley
Apesar desse brilho dos olhos ser duvidoso, eu poderia dizer que ele é vermelho, a frase é válida.
Wilbeforce dedicou a sua vida a tentar tornar a humanidade mais humana, ao longo de uma década ele lutou contra toda a Câmara dos Comuns tentando mostrar o absurdo que estávamos comentendo. Nelson Mandela é um dos maiores expoentes da atualidade no que diz respeito ao assunto. Quantos tapas na cara a mais a sociedade precisa levar? Mudança? É, eu cheguei a sonhar com isso um dia.
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